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Lendas gaúchas em sala de aula

Trabalho envolveu alunos do 1º ao 3º ano do Ensino Fundamental

Estudar as lendas é fundamental para a compreensão da maneira de ser de um determinado grupo de indivíduos do passado. A lição foi aprendida de forma lúdica e descontraída por nossos alunos. A turma 32 fez uma apresentação para o 1º e 2º anos do turno da manhã. A encenação teve lendas escolhidas pelos alunos, como “Salamanca do Jarau”, “Negrinho do Pastoreio”, “Obirici”, “A Moça do Cemitério” e o “Boitatá”.

– Como no dia 20 comemoramos o Dia do Gaúcho, resolvi ilustrar a data com a apresentação de um teatro sobre lendas gaúchas. Elas são parte importante do folclore de um povo. Relatam as memórias e permitem interpretações. Os alunos sentem-se valorizados fazendo parte desta história. Foi lindo ver a sintonia entre as turmas de 1º, 2º e 3º anos. Foi um momento de descontração, alegria e apreciação da cultura gaúcha – afirmou a coordenadora do projeto, professora Fidélia Stoffels Manfrin.

Eduardo Campani destacou a importância de aprender lendas que, até então, eram desconhecidas. Já Rafaela Carlucci saiu encantada pela possibilidade de representar a Moça do Cemitério. O aluno Martín Alves falou da alegria de interpretar o Negrinho do Pastoreio.

– Acho que ele sofreu muito como escravo, mas entendo que ele virou um herói , porque quando se perde alguma coisa é só pedir para ele procurar – disse.

O Negrinho do Pastoreio é considerado, por aqueles que acreditam na lenda, como o protetor das pessoas que perdem algo. De acordo com a crença, ao perder alguma coisa, basta pedir para o menino do pastoreio, que ele ajuda a encontrar. Em retribuição, a pessoa deve acender uma vela ao menino ou comprar uma planta ou flor.